XVII Sarau da Poesia Preta de Lá e de Cá

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Nesse encontro de poesia francófona, vamos voltar à nossa origem no Movimento Negritude, com Senghor, Cesaire e Damas, e com eles mergulharmos na poesia de ontem e de hoje. A poesia passa a ter uma relação paradoxal com o mundo, pensado em imagens, que pode transbordar no poema em prosa e em verso. Uma poética, mais do que uma forma codificada, é a própria apre­ensão imagética das coisas, a iluminação de um relance em que o poema pensa o mundo e a própria língua, tornada coisa do mundo.

Venham experienciar conosco!

Uma provocação: A mente não tem gênero

Palestra

Debate comemorativo do dia Internacional da Mulher.

Dia 07/03/18, às 19h30 – 21h30.

Local: Apropriarte.

Conteúdo:

 

  • Feminismo
  • Hipátia (370-415 a. C)
  • Christine de Pizan (1364-1430): educação igualitária
  • Mary Wollstonecraft (1759-1797)
  • Simone de Beauvoir (1908-1986)
  • Luce Irigaray (1932): linguagem é masculina
  • Julia Kristeva (1941): questionar o princípio de poder
  • Angela Davis (1944): feminismo e a mulher negra
  • Judith Butler (1956): identidade de gênero é um tipo de performance, culturalmente construída.

Mediadora: Lucimara Leite: professora universitária há mais de 20 anos. Com pós-doutoramento em Letras Clássicas e Vernáculas, pela USP e Universidade Aberta de Lisboa; doutorado em Literatura Francesa pela USP e Sorbonne; mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC e graduada em Filosofia pela PUC.

Contribuição simbólica: R$8,00.

Sorteio de um livro Christine de Pizan: uma resistência.

 

 

1º CineClube 2018

A Macã CineClube

 

O Apropriarte em parceria com o blog Chá-de-Lima da Pérsia convida a todos para o Cineclube do mês de março com exibição do filme: “A Maçã”.

Dirigido por Samira Makhmalbaf em 1998, este aclamado filme documentário traz a história real de um pai que aprisiona as filhas durante onze anos dentro de casa em um subúrbio de Teerã como forma de mantê-las protegidas. Alertados pelos vizinhos, o Serviço Social ameaça tirar dos pais a guarda das meninas, que não iam a escola, não recebiam cuidados médicos e sequer tomavam banho há anos. Uma obra prima do cinema iraniano que aborda as relações familiares e os direitos femininos de forma cativante e surpreendente.

Após a sessão haverá roda de conversa mediada por Janaina Elias, autora do blog Chá-de-Lima da Pérsia.